Imagem de capa © Lucilina Freitas

“Qual a caixa que escolho? Memórias do comércio tradicional” [fotografia]

Coordenação  | Ana Salgueiro (UMa-CIERL/CECC-UCP)

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Data limite para receção de propostas para publicação | 31 de outubro de 2022

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ENSAIOS | ESSAYS
Insularidade na criação poética: autoexílio e mistério |  Dalila Teles Veras  [13.08.2021]
” […] Sou uma escritora brasileira que nasceu em Portugal. Não posso ser uma escritora portuguesa escrevendo como brasileira. A sintaxe não é a mesma, ainda que as raízes do lugar fundador permaneçam a fustigar a memória que, de forma consciente ou não, recrio em minha outra voz, a da poesia. Ter duas pátrias, como no meu caso, é viver em estado permanente de exílio.
Acredito que, independentemente do deslocamento físico, todo o escritor se recolhe em alguma espécie de ínsula como forma de autoexílio para que possa, observador incansável dos avessos daquilo que anda à sua volta, do que lhe diz a imaginação e o refletir, acontecimentos depois transfigurados na forma de poemas. […]”
 
 
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Davide Drumond (2022), Não se entra duas vezes no mesmo rio, Funchal/Lisboa: Âncora Editora/CMF, 110pp. ISBN: 978 972 780 812 0 [Prémio Literário da Cidade do Funchal Edmundo Bettencourt]