Imagem de capa © Óscar Araújo

Coordenação  | Ana Salgueiro (UMa-CIERL/CECC-UCP) & Sara Bonati (Università di Genova-DISFOR/UMa-CIERL)

Convite à publicação em Português aqui [normas de edição], data limite: 2022.12.31 2023.02.28
Call for publication in English here  [authors guidelines], deadline: 2022.12.31 2023.02.28

 

 

 Ouverture _ pre.lú.di.o  | Ana Salgueiro & Sara Bonati

 ENSAIOS VISUAIS| VISUAL ESSAYS
arenices – paisagens transitórias  | josé campinho  [06.10.2022] 
Expostas à força do vento, as areias da praia do Porto Santo configuram micropaisagens transitórias surpreendentes. Relevos volúveis de geometrias e padrões inusitados mostram a praia no seu estado virginal, sem o pisoteio do período balnear.[…]”
5 Plátanos _todos os dedos da mão | ou a anulação da paisagem _ferida urbana | António Barros [05.01.2023] 
“A residencial universitária da Av. Emídio Navarro – em memória e homenagem aos Plátanos assassinados – traz na fachada as cores do sangrento corpo violentado dessas árvores, hoje mortas. Aí surgirá umaparagem do MM, tudo para que os utentes formulem um pedido de perdão à Natureza, essa amputada pela obtusidade de indigno querer.                                                                                        Coimbra do MondeEgo do MondeGo”
RIBEIRA | Entre duas escarpas, uma linha de água | Paulo David e Daniela Arnaut com Ângela Monteiro, Clara Oliveira, Diogo Nascimento, Leandro Arez, Manuel Baptista, Maria Mendoça, Maria Salazar de Sousa, Tiago Ribeiro (Mestrado Integrado em Arquitectura, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa) [no prelo] 
” […] No ano lectivo 2020/2021 o lugar de investigação identificado foi a Ribeira João Gomes localizada na cidade do Funchal, um lugar segregado e marginalizado, que espelha a sua condição no conjunto urbano que compõe as suas encostas. Um conjunto essencialmente habitacional composto por edificações dispersas que derivaram de um crescimento espontâneo e desordenado, apoiado por estruturas rurais pré-existentes susceptíveis ao risco de deslizamentos e incêndios. Um corredor ecológico que carece de intervenção urgente e cuja reflexão proposta pretendeu convocar uma nova respiração programática para o lugar. Paralelamente e como tema unificador foi proposto o “desenho do ar”, entendendo “o vazio como uma travessia de ar, uma actividade entre objectos, uma entidade de fluxo, vibrante, contínuo, percorrível, invisível, mas que concerta o espaço, um recurso do estar entre os objectos-edifícios”.A Ribeira João Gomes é um lugar onde o impacto de catástrofes naturais se faz sentir, um lugar de fronteira, um lugar de inscrições desarticuladas, onde formas de habitar se revestem de um carácter marginal, numa condição de emergência que urge avaliar. A compreensão do lugar inclui não só as tensões sociais verificadas, mas também a abrupta condição topográfica que determina a apropriação do território. As propostas apresentadas promovem mudanças radicais nas formas de habitar e na habitabilidade da cidade, através da descoberta de propostas qualificadas num território escarpado e marcado pela impossibilidade. Surgem novas formas de habitar através de estratégias de conciliação com o existente, discutindo flexibilidade e co-existência. […]”
 ARTIGOS e ENSAIOS|  ARTICLES and ESSAYS
 
 OLHARES CRUZADOS | CROSSED VIEWS
DIÁLOGOS|  DIALOGUES
.
 SUGESTÕES DE LEITURA |  BOOK REVIEWS
.
Henrique Pereira dos Santos e Duarte Belo (2022), Das pedras, pão, Lisboa: Museu da Paisagem, 256 pp.
ISBN: 978-989-53820-1-9